Batizado de Alexandre
Hoje foi o batizado de teu primo Alexandre. Ele já tem 5 anos, mas se motivou depois do teu, segundo tua tia Márcia. A cerimônia foi na mesma igreja que você foi batizado, no Méier. Fez muito calor, mas você sempre roubando a cena com todos elogiando tua beleza e simpatia.
Tua avó mudou-se para a rua Carolina Santo, 33 que é o mesmo local em que mora tua tia Francisca. A comemoração foi bem animada e para poucas pessoas. Eu e tua mãe fomos os padrinhos.
Alexandre é um menino muito querido, cujo pai faleceu quando ele tinha pouco mais de 2 anos. Lembro-me ainda hije daquele fatídico dia. Alessandro, ou Popov comi chamávamos, era extremamente inteligente e com uma forte inclinação à esquerda no viés político. Eu e tua mãe começamos a namorar proximamente dele com tua tia Márcia. Alessandro é o pai de Alexandre e são fisicamente muito parecidos.
Popov era divertido também é muito querido por todos. Lembro-me de inúmeros encontros com ele e, mais especificamente, a primeira vez que fui à Ilha de Paquetá. Fomos em um grande grupo, incluindo eu e tua mãe.
Alessandro faleceu rapidamente de uma doença fraca para crianças, mas perigosa em adulto: catapora. Tua mãe me esperava na entrada do prédio em que eu trabalhava na rua da Candelária para voltarmos para casa, quando me ligou desesperadamente aos prantos para que eu descesse, pois Andreia a havia informado do falecimento de Alessandro. Ela chorava copiosamente, foi amparada pelos porteiros do prédio e sempre se perguntava naquele desespero o que haveria de ser do Alexandre. Eu busquei acalma-la e fomos para casa. Foram dias extremamente tristes. Popov se foi tão jovem e todos nós sentimos falta dele, nada próximo ao que sente tua tia Márcia e teu primo Alexandre, embora ele não tenha memórias que não sejam por fotos. Aliás, foi isto que respondi à tua mãe no desespero dela em digerir a notícia do falecimento, que Alexandre não teria memória viva.
Tua avó mudou-se para a rua Carolina Santo, 33 que é o mesmo local em que mora tua tia Francisca. A comemoração foi bem animada e para poucas pessoas. Eu e tua mãe fomos os padrinhos.
Alexandre é um menino muito querido, cujo pai faleceu quando ele tinha pouco mais de 2 anos. Lembro-me ainda hije daquele fatídico dia. Alessandro, ou Popov comi chamávamos, era extremamente inteligente e com uma forte inclinação à esquerda no viés político. Eu e tua mãe começamos a namorar proximamente dele com tua tia Márcia. Alessandro é o pai de Alexandre e são fisicamente muito parecidos.
Popov era divertido também é muito querido por todos. Lembro-me de inúmeros encontros com ele e, mais especificamente, a primeira vez que fui à Ilha de Paquetá. Fomos em um grande grupo, incluindo eu e tua mãe.
Alessandro faleceu rapidamente de uma doença fraca para crianças, mas perigosa em adulto: catapora. Tua mãe me esperava na entrada do prédio em que eu trabalhava na rua da Candelária para voltarmos para casa, quando me ligou desesperadamente aos prantos para que eu descesse, pois Andreia a havia informado do falecimento de Alessandro. Ela chorava copiosamente, foi amparada pelos porteiros do prédio e sempre se perguntava naquele desespero o que haveria de ser do Alexandre. Eu busquei acalma-la e fomos para casa. Foram dias extremamente tristes. Popov se foi tão jovem e todos nós sentimos falta dele, nada próximo ao que sente tua tia Márcia e teu primo Alexandre, embora ele não tenha memórias que não sejam por fotos. Aliás, foi isto que respondi à tua mãe no desespero dela em digerir a notícia do falecimento, que Alexandre não teria memória viva.
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