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Mostrando postagens de junho, 2025

Fofinho, o peixe

 Em 24/6/2024, tua tia Márcia comprou um peixe para você. Era teu filho, como você dizia, e o batizou de Fofinho. Durante nossas duas viagens, Fofinho se hospedou na casa de tua avó. Fofinho também foi a atração em uma ativada em tua escola no ano passado, cada criança pode levar um bicho de estimação de acordo com o tamanho. O teu bicho era o peixe. Fofinho viveu por aproximadamente um ano, morreu hoje 17/6/2025.  Eu e tua mãe te demos a notícia. Você quis vê-lo no aquário morto, voltou triste e olhos marejados para o sofá, mas foi bem com tua primeira experiência com a mortalidade. Perguntou se poderá ter outro, tua mãe concordou combinando de o fazer quando retornarmos das férias de meio de ano.  Eu fui trabalhar, mas você deu a notícia a dona Vera. Sugeriu o sepultamento no caso de planta, o que foi atendido. Queria por uma cruz para indicar o local exato, o que foi recusado por tua mãe. Só um palito foi fincado no local. Ao longo dia, lembrou que teu avô poderia fica...

Alimentação, a retomada

 No dia 28 de maio de 2025, você foi ao playground brincar com dona Vera. Lá, sentiu cheiro de comeda em algum apartamento. Disse que abriu teu apetite. Subir e me contou tudo ao chegar em casa. Você disse que era cheiro de macarrão, provavelmente influenciado por algum comentário que tenha ouvido. Entrando em casa e me contando, dona Vera perguntou se você gostaria de comer, você assentiu e disse que comeria se tia Isa estivesse em nossa casa naquele dia. Dona Vera disse que faria para ti, mas você fechava dizendo que comeria só se fosse miojo e que não havia. Dona Vera correu a cozinha, mas realmente não havia. Fomos todos ao mercadinho do condomínio, mas também não havia. Eu relatei a tua mãe e pedi que ela trouxesse alguns pacotes para você. Ficou a sensação de que algo poderia estar mudando, mas uma certa frustração pela perda da oportunidade.  Tua mãe não encontrou miojo naquela noite, mas ela iria trabalhar de casa no dia seguinte. Foram ao mercado de manhã e você, pela...

Cadeirinha

 Hoje, Lucas se despediu com tristeza de sua antiga cadeirinha do carro. Ela ocupava muito espaço no armário e Marcele conseguiu uma compradora. A despedida foi meio triste, mas não de tudo. Em breve, o banco do assento que usa já perderá o sentido também. Assim é a vida, repleta de despedidas e encontros, e reencontros. Lucas superou bem. Repare que estou escrevendo em terceira pessoa pela primeira vez para se referir ao Lucas, mas as cartas são para ti, Lucas.